Campeonato Estadual Adulto Feminino
Divisão Especial 2011
CAPÍTULO I
DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO
ARTIGO 1º- O Campeonato Estadual Adulto Feminino 2011 é uma competição dirigida pela Federação Gaúcha de Volley-Ball, no naipe feminino, dentro dos períodos previstos no Calendário Nacional e Estadual.
§1º - É uma competição em que a participação é facultada aos filiados da FGV.
§2º - Será disputada de acordo com as Regras Oficiais de Voleibol da FIVB. Cabe aos participantes a obrigação de conhecê-las e cumpri-las.
§3º - Os filiados são obrigados a disputar a competição até o seu final, sob pena de exclusão, além das demais sanções legais.
ARTIGO 2º- Em todas as ações concernentes à realização da competição, o filiado somente poderá ser representado, por seu presidente, diretores, supervisores e/ou representante legal.
ARTIGO 3º- A competição será realizada no período de 14/maio a 30/novembro/2011, nos ginásios indicados pelos participantes que já ficam desde agora cientes da necessidade que sejam cumpridas as regras oficiais e o presente regulamento.
CAPÍTULO II
TROFÉUS, TÍTULOS E DIREITOS
ARTIGO 4º- Serão oferecidos 1 (um) troféu e 25 (vinte e cinco) medalhas, de posse definitiva, a cada equipe classificada em 1º (primeiro), 2º (segundo) e 3º (terceiro) lugares.
§1º - Será oferecido em cada jogo um troféu para a melhor atleta daquela partida. A mesma será escolhida pelo técnico da equipe vencedora.
§2º - Será oferecido ao final da competição um troféu para as melhores atletas nas seguintes posições: levantadora, atacante, libero, defesa e bloqueio.
CAPÍTULO III
INSCRIÇÕES E PRAZOS
ARTIGO 5 º- O CLUBE QUE SE INSCREVER E CANCELAR SUA PARTICIPAÇÃO, DESISTIR OU NÃO COMPARECER, ESTARÁ AUTOMATICAMENTE SUSPENSO POR 1 (UM) ANO E IMPEDIDO DE PARTICIPAR DE QUALQUER JOGO OFICIAL OU AMISTOSO REGIONAL E RESPONDERÁ PELOS PREJUÍZOS FINANCEIROS QUE CAUSAR, ESPECIALMENTE A SEUS ADVERSÁRIOS, À FEDERAÇÃO GAÚCHA DE VOLLEY-BALL OU A QUALQUER DOS RESPONSÁVEIS PELOS PAGAMENTOS DAS DESPESAS DO CAMPEONATO.
CAPÍTULO IV
SEDIAMENTO
ARTIGO 6º- As sedes serão designadas diretamente pela Federação Gaúcha de Volley-Ball, nas seguintes condições:
§1º- O filiado sediante tem a responsabilidade:
- Pelo pagamento das taxas de arbitragem, bem como as despesas de transporte, alimentação e hospedagem, quando for o caso, devendo ser efetuadas, em espécie ou depósito antecipado no local dos jogos.
- De liberar o ginásio, devidamente limpo e higienizado, equipado e com todas as instalações funcionando, 1 h e 30 min antes do início oficial da partida constante da tabela do Campeonato.
- De impedir a entrada de instrumentos, de qualquer tipo ou tamanho e seus acessórios, de sopro ou percussão, buzinas ou qualquer outro instrumento sonoro e, artefatos que produzam fogo, faísca ou fumaça, prejudicando o desenrolar do jogo e pondo em risco a segurança dos presentes.
- De proibir terminantemente o ingresso e a venda de produtos em latas, garrafas, recipientes de vidro e de bebidas alcoólicas de qualquer natureza, bem como o seu trânsito no ginásio.
- Garantir a presença da Brigada Militar, Guarda Municipal (quando existir) e segurança particular para assegurar proteção interna e externa ao público, atletas, delegações, bilheterias, torcida visitante, arbitragem e diretores da FGV.
- Para todos jogos deverão ser designados boleiros e enxugadores de quadra.
- Tomar as providências para que o protocolo de jogo (anexo I) seja cumprido.
§2º- Cada filiado participante arcará com todas as suas despesas de transporte, hospedagem, alimentação e qualquer extra de sua delegação.
§3º - As delegações poderão chegar com a antecedência que desejarem e retornar de acordo com seu interesse, sendo indispensável notificação prévia ao filiado sediante.
CAPÍTULO V
ORGANIZAÇÃO
ARTIGO 7º- O Campeonato Estadual Adulto Feminino é organizado e dirigido pela Federação Gaúcha de Volley-Ball.
§ Único – para efeito de cobrança de taxas em geral, será aplicado o Regimento de Taxas 2011 e as constantes nas Medidas Disciplinares Automáticas deste regulamento.
ARTIGO 8º- Os filiados contribuirão na organização e administração, zelando, sempre, pela segurança e pelos trâmites burocráticos.
ARTIGO 9º- É expressamente proibida a mudança horários, datas e locais de jogos, após publicação da tabela, salvo motivos de alta relevância a critério da FGV e as seguintes exceções:
§1º- Interdição do ginásio.
§2º- Perda de mando por penalidade disciplinar ou administrativa.
§3º- Exigência da emissora de televisão, detentora dos direitos de transmissão.
§4º- Interesse das televisões regionais, com projeto de dias e horários inalteráveis.
ARTIGO 10 - Em caso de desistência de uma equipe durante a competição, a mesma será declarada perdedora pela contagem de 0 x 3 (00x25, 00x25, 00x25) para fins de classificação.
CAPÍTULO VI
DIREÇÃO
ARTIGO 11 - A competição será dirigida pela Federação Gaúcha de Volley-Ball, tendo a mesma as seguintes atribuições, no transcorrer da competição:
§1º- Designar os árbitros, que atuarão na competição.
§2º- Elaborar as tabelas determinando em conjunto com as equipes, datas, locais, horários e mando de jogo.
§3º- Aprovar e divulgar os resultados dos jogos, após o término da competição. Os resultados poderão ser alterados no prazo de até 05 (cinco) dias, após tomar conhecimento e examinar as súmulas e relatórios dos árbitros e equipes.
§4º- Aplicar as medidas administrativas cabíveis, obedecendo aos preceitos legais, regulamentares, regimentais e estatutários.
I.
As decisões administrativas não estão sujeitas à apelação ou qualquer outra espécie de revisão ou recurso.
§5º- Assegurar a execução e o cumprimento das penalidades disciplinares aplicadas pelo TJD, as sanções automáticas previstas e as medidas administrativas.
§6º- Requisitar ou solicitar informações para esclarecimentos de matéria submetida à sua apreciação.
§7º- Reunir e encaminhar para julgamento no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), todos os indícios comprobatórios, súmulas, relatórios dos árbitros e do delegado e qualquer outra prova das infrações cometidas pelos participantes.
CAPÍTULO VII
REGISTRO, INSCRIÇÃO E CONDIÇÃO DE JOGO
ARTIGO 12 - Somente poderá participar do jogo, a atleta inscrita em formulário próprio pelo filiado que irá atuar. Mesmo caso para comissão técnica.
§1º - Os participantes deverão encaminhar o formulário próprio para 18 atletas com no mínimo 12 nomes até o dia do 1º jogo do Campeonato ou seja 14/maio. Os 18 nomes do formulário poderão ser complementados até o final do I Turno, após nenhuma atleta poderá ser acrescentada e/ou substituída.
§2º- Para esta competição não se faz necessário o registro e renovação de atletas.
§3º- Atletas registradas por outras equipes do estado ou fora dele, só poderão jogar depois de homologada a transferência.
ARTIGO 13 - Não terá condição de jogo a atleta que estiver:
§1º - Cumprindo punição disciplinar.
§2º- Não estarem relacionadas no formulário específico e não se identificarem mediante apresentação dos documentos especificados: Carteira de Identidade, Passaporte ou Carteira da Federação Gaúcha de Volley-Ball.
ARTIGO 14 - O filiado que incluir atleta inscrita irregularmente será penalizado com a perda dos pontos e considerada perdedora por W.O. na competição, independente das sanções previstas no CBJDD e nas normas expedidas pelos demais poderes da FGV.
CAPÍTULO VIII
SISTEMA DE DISPUTA
ARTIGO 15 - A competição será disputada entre os filiados inscritos, sendo o sistema de disputa definido pela FGV, levando-se em conta o número de inscritos e critério técnico.
§1º- O campeonato será disputado em chave única, turno e returno jogando todos contra todos., somando-se todos pontos dos 2 turnos.
Após a classificatória serão realizados 2 “play-offs” de 3 jogos com o seguinte cruzamento: 1º x 4º e 2º x 3º.
Para etapa final os vencedores dos “play-offs” disputarão mais um “play-off” de 3 jogos de onde sairão o CAMPEÃO e VICE-CAMPEÂO do Campeonato Estadual Adulto Feminino. O terceiro colocado será apurado pelo critério técnico da Semi-Final.
§2º- As sedes dos jogos da etapa final serão definidas pelo critério da Etapa Classificatória.
CAPÍTULO IX
PONTUAÇÃO E ÍNDICE TÉCNICO
PONTUAÇÃO
ARTIGO 16 - A pontuação para a classificação geral, em todas as fases, será a seguinte:
- VITÓRIA - 2 Pontos
- DERROTA - 1 Ponto
- NÃO-COMPARECIMENTO - 0 Ponto
§1º- Todas as fases se iniciam de zero (0) ponto ganho.
CRITÉRIOS PARA ÍNDICE TÉCNICO
ARTIGO 17 - A classificação ou desempate, entre duas ou mais equipes, obedecerá ao seguinte critério pela ordem:
§1º - Set “average”;
§2º - Pontos “average”;
§3º - Confronto direto (caso haja empate entre duas equipes);
§4º - Sorteio (cujas normas de realização serão definidas pela FGV).
CAPÍTULO X
JOGOS
ARTIGO 18 - As equipes participantes devem, obrigatoriamente, conhecer, cumprir e fazer cumprir as Regras Oficiais da FIVB.
ARTIGO 19 - A bola oficial para ser utilizada em todos os jogos é a da marca Penalty 6.0.
ARTIGO 20 - Os supervisores das equipes ou seus representantes, até 30 (trinta) minutos antes da hora marcada para o início do jogo, deverão entregar ao árbitro, a relação nominal definitiva, contendo os 12 atletas e os 4 membros da comissão técnica que atuarão na partida, bem como a documentação dos inscritos nesta relação para o jogo.
§1º- Nenhum membro da comissão técnica poderá usar calção, short ou bermuda, durante o jogo, exceto durante o aquecimento.
ARTIGO 21 - Caso uma equipe não esteja em quadra até a hora determinada para o início da partida, será consignado WO, salvo acordo entre as partes, com aprovação do delegado da FGV.
§1º- Considera-se o não comparecimento quando a associação não tiver o número legal de atletas em quadra, conforme previsto na Regra Oficial de Voleibol da FIVB.
I. Decorrido o prazo de tolerância, a equipe presente será declarada vencedora pela contagem de 3 x 0 (25x0, 25x0, 25x0).
II. A equipe ausente não terá nenhum ponto computado para a classificação.
§2º- Caso o não comparecimento seja das duas equipes, ambas serão consideradas ausentes e não terão seus pontos computados.
ARTIGO 22 - Todos os intervalos entre os sets têm a duração de 3 (três) minutos. O intervalo entre o segundo e o terceiro set poderá ser estendido em até 10 (dez) minutos, por solicitação da televisão ou determinação da FGV. Neste caso o árbitro do jogo, comunicará a alteração às equipes participantes antes do início do jogo.
§1º- No caso de transmissão, ao vivo, por TV aberta ou fechada, os intervalos serão definidos pelo árbitro da partida juntamente com a TV.
§2º- Durante os pedidos de tempos as equipes deverão permitir, obrigatoriamente, a presença do microfone da televisão que estiver transmitindo o jogo para captar as instruções dos técnicos à equipe.
ARTIGOS 23 - Poderão ocupar o banco de reservas, devidamente uniformizados, atletas e membros da comissão técnica, a saber:
§1º- Até 6 (seis) atletas reservas.
§2º- Até 4 (quatro) membros da comissão técnica a saber:
I - Técnico
II - Assistente técnico
III - Preparador físico, assistente técnico ou auxiliar técnico,
IV - Médico, fisioterapeuta ou massagista, não podendo ser substituído por ninguém com outra função ou sem a titulação pertinente da área de Saúde.
ARTIGO 24 - Quando circunstâncias imprevistas interromperem o jogo, o árbitro decidirá acerca das medidas necessárias a serem tomadas, a fim de garantir que sejam restabelecidas as condições normais para o seu prosseguimento ou a designação de um novo local e horário.
§1º- A partida será reiniciada observada a pontuação do set no momento em que foi interrompida, mantendo as equipes os mesmos jogadores e suas posições. Os sets que já tiverem sido completados serão mantidos.
I – O procedimento acima será realizado tanto nas partidas reiniciadas no mesmo dia, quanto naquelas transferidas para outro dia.
§2º- Medidas extraordinárias poderão ser tomadas, a pedido do 1º árbitro e/ou a critério da FGV, visando à segurança para a realização do jogo.
§3º- Caso o jogo seja suspenso a partida deverá ser realizada ou reiniciada até 24 (vinte e quatro) horas após a interrupção, em local, dia e horário determinado pela FGV, salvo comum acordo de todas as partes.
ARTIGO 25 - O primeiro árbitro é a autoridade competente para solicitar a interrupção ou suspensão do jogo.
§1º- A interrupção ou a suspensão só poderá ser determinada quando ocorrerem os seguintes casos:
I - Falta de segurança para a realização da partida.
II - Condições inadequadas das instalações que tornem o jogo impraticável ou perigoso.
III - Falta de iluminação adequada.
IV - Conflitos ou distúrbios graves no ginásio.
ARTIGO 26 - Nenhum atleta e/ou membro da comissão técnica sob suspensão pode permanecer na área de jogo.
ARTIGO 27 - O atleta e/ou membro da comissão técnica expulso não poderá participar ou interferir pelo resto do set. Deverá permanecer sentado na Área de Penalidade. Sem outras conseqüências.
CAPÍTULO XI
ARBITRAGEM
ARTIGO 28 - A equipe de arbitragem para cada jogo será composta pelos seguintes oficiais: 1º árbitro, 2º árbitro e apontador.
§ 1º - Nas Semi-Finais e Finais serão utilizados Juízes de Linha.
§ 2º – O operador de placar deverá ser indicado pelo sediante.
ARTIGO 29 - A Arbitragem será escalada pelo Departamento de Árbitros da FGV devendo atuar, obrigatoriamente, uniformizados com o uniforme e escudo oficial da FGV.
ARTIGO 30 - A equipe de arbitragem será considerada “em função”, desde a escalação até o término do prazo fixado para a entrega dos documentos na FGV.
ARTIGO 31 - A equipe de arbitragem deverá se apresentar no ginásio 30 minutos antes do jogo.
ARTIGO 32 - São responsabilidades do 1º e 2º árbitros:
§1º- Conferir e observar a correta instalação de todos os equipamentos e acessórios de jogo, apontando eventuais irregularidade, garantir a execução do protocolo conforme anexo I, solicitando as providências necessárias ao supervisor da sede.
§2º- Observar a correta utilização do uniforme dos atletas e dos membros da comissão técnica e suas especificações.
§3º- Não permitir que outros membros da comissão técnica ou atletas, sentem no lugar destinado ao Técnico. A primeira cadeira do banco de reserva, próximo à mesa de controle, deverá ser de uso exclusivo do técnico da equipe.
ARTIGO 33 - OS ÁRBITROS DESIGNADOS PELA FGV NÃO PODEM SER RECUSADOS EM HIPÓTESE ALGUMA.
CAPÍTULO XIII
DISPOSIÇÕES FINAIS
ARTIGO 34 – Para o Campeonato Estadual Adulto Feminino 2011 será indicada em cada jogo a melhor jogadora. A indicação será feita pelo técnico da equipe vencedora dentre as atletas de sua equipe.
§1º- Em todos jogos os técnicos das 2 equipes deverão indicar em formulário próprio enviado pela FGV as melhores atletas naquela partida nas seguintes posições: levantadora, libero, atacante, defesa e bloqueio.
Ao final da competição serão computadas todas indicações sendo que serão premiadas as melhores nas posições em toda competição.
ARTIGO 35 - As equipes participantes do Campeonato Estadual Adulto feminino 2011 concordam e se submetem, a todas as disposições deste regulamento, do Regulamento Geral da FGV e às conseqüências que delas possam emanar.
ARTIGO 36 - A Secretaria da FGV é o único organismo reconhecido oficialmente e autorizado para recebimento final de documentos e/ou para contagem de prazos regulamentares.
ARTIGO 37 - Caberá exclusivamente à Federação Gaúcha de Volley-Ball, resolver os casos omissos e interpretar – sempre que necessário – o disposto neste regulamento, nos anexos.
ANEXO I
PROTOCOLO DOS JOGOS
ANTES DO INÍCIO DO JOGO
1. 18 MINUTOS: INSPEÇÃO.
O 1º árbitro apita anunciando o início do protocolo de jogo.As equipes se retiram da quadra de jogo.
2. 17 MINUTOS: SORTEIO E CUMPRIMENTOS.
Os árbitros inspecionam a altura e tensão da rede, e a posição correta das antenas e faixas laterais.
Os capitães das equipes apresentam-se à mesa do apontador para participarem do sorteio.
2.1 1º e 2º árbitros cumprimentam os capitães. Os capitães participam do sorteio e depois assinam a súmula.
3. 16 MINUTOS: AQUECIMENTO.
As equipes dispõem de 10 (dez) minutos para aquecimento de rede em conjunto ou de 5 (cinco) minutos para aquecimento em separado.
3.1 Durante o aquecimento oficial, os árbitros inspecionam a relação de atletas os uniformes, tarjas de capitão, as bolas que serão utilizadas no jogo, as placas numeradas para as substituições e todo o equipamento necessário para o jogo.
4. 11 MINUTOS: ORDEM DE SAQUE.
Os técnicos entregam as ordens de saque do 1º set ao segundo árbitro.
5. 6 MINUTOS: FINAL DO AQUECIMENTO OFICIAL.
O 1º árbitro apita indicando o fim do aquecimento.
5.1 Os atletas devem deixar a quadra de jogo imediatamente e se dirigir ao banco de reserva, verificando se as camisas estão para dentro dos calções e se os cordões dos tênis estão corretamente amarrados.
6. 5 MINUTOS: APRESENTAÇÃO DO JOGO.
O primeiro árbitro sinaliza e as equipes o acompanham, entrando na quadra de jogo até o meio. Todos param e voltam-se para a mesa de controle e para a bandeira do Rio Grande do Sul
6.1. O 1º árbitro deve-se posicionar no meio da quadra de frente e à esquerda da mesa de controle, ficando o 2º árbitro à direita. As equipes participantes deverão ficar perfiladas ao lado dos árbitros, capitão, líbero e demais jogadores em ordem crescente de numeração posicionando de frente para as câmeras de TV (caso o jogo seja televisionado).
6.2 4 (quatro) boleiros ou enxugadores entram à quadra carregando a bandeira do Rio Grande do Sul aberta e inclinada para o público e câmeras de TV, posicionando-se à frente da mesa de controle.
6.3 O locutor(em caso de TV) anuncia a denominação oficial da competição, o número do jogo, o nome das equipes e anuncia a execução do Hino Riograndense (versão cantada).
6.4 Após a execução do Hino Riograndense,o 1º árbitro apita autorizando a confraternização entre as equipes. Os jogadores deixam a quadra dirigindo-se ao banco de reservas. Os árbitros dirigem-se à mesa de controle e solicitam às equipes que: os 4 (quatro) membros da comissão técnica,os jogadores iniciantes e o líbero sentem-se no banco de reservas para a apresentação individual. Os jogadores reservas deverão dirigir-se à zona de aquecimento.
7. 3 MINUTOS: APRESENTAÇÃO DA ARBITRAGEM.
7.1 Os árbitros dirigem-se ao centro da quadra de frente à mesa de controle e o locutor(em caso de TV) anuncia o nome do 1º árbitro. Em seguida, apresenta o 2º árbitro. Os árbitros, quando apresentados, devem dar um passo à frente, cumprimentando o público. Em seguida dirigem-se as suas respectivas posições.
7.2 Quando o 2º árbitro chega à mesa de controle o locutor (em caso de TV) apresenta os 6 (seis) atletas iniciantes, o líbero e o técnico da equipe. Este quando apresentado, levanta-se e acena para o público.
8. 30 SEGUNDOS: CHECAGEM FINAL.
O 2º árbitro envia 2 (duas) bolas para os boleiros, confere as ordens de saque, envia a bola para o sacador e depois do OK do apontador sinaliza para o 1º árbitro que as equipes estão prontas para o início do jogo.
9. 00 SEGUNDO: INÍCIO DO JOGO.
O 1º árbitro, por sua vez, apita e sinaliza autorizando o primeiro saque do jogo.
APÓS O FINAL DO JOGO
10 ÁRBITROS E EQUIPES - CUMPRIMENTOS:
10.1. Os 12 (doze) jogadores de cada equipe dirigem-se para a linha de fundo de sua respectiva quadra. Neste momento será anunciada a melhor jogadora, que receberá o Troféu FGV. Logo após o sinal do primeiro árbitro, dirigem-se à rede para cumprimentar os árbitros e os adversários. Em seguida, deixam a quadra de jogo indo para o seu respectivo banco de reservas.
10.2. Os árbitros dirigem-se à mesa do apontador para encerrarem a súmula.
11. CAPITÃES DAS EQUIPES:
Devem se dirigir à mesa para assinar a súmula e ratificar o resultado.
12. ÁRBITROS:
Devem encerrar a súmula e distribuir as cópias para cada equipe.
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